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Os fundos imobiliários mais promissores em 2013

Os fundos imobiliários mais promissores em 2013

09/02/13

Especialistas recomendam 13 fundos com bom potencial, que rendem mais que a poupança e a renda fixa

São Paulo – Os fundos imobiliários foram uma das vedetes de 2012, obtendo rentabilidade média de cerca de 40% no ano. Mas dentre os fundos que obtiveram maior retorno no ano, entre aluguéis e valorização da cota, alguns se recuperavam de perdas anteriores. Ainda assim, os fundos imobiliários ainda têm potencial de ser alternativas mais rentáveis do que a renda fixa, mas com menos risco do que o mercado de ações.

Uma das vantagens para o investidor pessoa física é a isenção de imposto de renda sobre os rendimentos pagos mensalmente, seja a título de aluguel, seja a título de lucro pela venda de imóveis. O imposto, de 20%, só é pago sobre a valorização da cota quando esta é vendida. Outra vantagens são a negociação das cotas em Bolsa e o fato de haver opções conservadoras no mercado, com rendimentos estáveis, como se fossem híbridos de renda fixa com renda variável.

A lista a seguir traz 13 fundos promissores em 2013 na opinião de quatro instituições que fazem recomendações de fundos imobiliários, prática ainda não muito difundida no mercado. Note que a rentabilidade, para quem comprar cotas em Bolsa hoje, fica por volta de 0,60% ou 0,70% mensal líquido, enquanto a poupança tem rendido 0,41% ao mês e a taxa básica de juros (Selic) está em 0,58% ao mês, sem descontar IR. Além disso, os fundos contam com potencial de valorização das cotas.

BB Progressivo II (BBPO11)

Administrador: Votorantim Asset Management
Investimento: 64 imóveis locados para o Banco do Brasil, entre agências e prédios administrativos, como sua sede em Brasília.
Remuneração em 18/01: R$ 0,73
Quem recomenda: Empiricus

A casa de análise Empiricus considera os fundos de agências bancárias, como o BB Progressivo II, que estreou no fim de 2012, como boas opções conservadoras e de longo prazo para os investidores pessoa física. A rentabilidade mensal atualmente corresponde a 0,60%. Leia mais sobre se vale a pena investir no fundo de agências do Banco do Brasil.

BC Fundo de Fundos (BCFF11B)

Administrador: BTG Pactual
Investimento: cotas de outros fundos imobiliários, Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), Letras Hipotecárias (LH) e Letras de Crédito Imobiliário (LCI).
Remuneração em 18/01: R$ 0,97
Quem recomenda: Souza Barros

O Fundo de Fundos do BTG tem alta diversificação, por ser capaz de investir em cotas de outros fundos imobiliários, Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), Letras Hipotecárias (LH) e Letras de Crédito Imobiliário (LCI). Sua remuneração é variável, pois depende da rentabilidade dos demais investimentos da carteira, mas atualmente está em 0,71% ao mês. Para a Souza Barros, uma boa oportunidade de fundo diversificado.

BTG Pactual Corporate Office Fund, conhecido como BC Fund (BRCR11B)

Administrador: BTG Pactual
Investimento: Participações em lajes corporativas, como Eldorado Business Tower (SP), Torre Almirante (RJ), SIA Sul (DF), entre outros.
Remuneração em 18/01: R$ 0,96
Quem recomenda: Empiricus e Souza Barros

Empiricus:
A casa de análise Empiricus recomenda o BC Fund especialmente agora, que foi recém-aprovado um aumento do rendimento distribuído. O fundo está atualmente fazendo uma nova emissão de cotas, o que levará a um aumento de patrimônio, novos investimentos e potencial aumento de rentabilidade, atualmente em 0,62% ao mês. Para a Empiricus, o dividend yield não é dos maiores, mas há um bom potencial de valorização da cota. Além disso, o portfólio é bem diversificado, com investimento em imóveis corporativos de alto padrão pelo Brasil.

Souza Barros:
Para a corretora Souza Barros, o BC Fund oferece uma boa combinação de renda com aluguel com perspectiva de valorização da cota. Tem alta liquidez e, com o aumento de capital atual, vai aumentar ainda mais a liquidez. O período de reserva de cotas vai de 24 a 27 de janeiro. “Esse fundo não distribui todo o rendimento e tem expectativa de ganho de capital. O que não é distribuído é usado para melhorar os imóveis da carteira e comprar novos empreendimentos”, explica Ricardo Pinto Nogueira, diretor de operações da corretora Souza Barros.

BTG Pactual Fundo de CRI, antigo Excellence (FEXC11B)

Administrador: BTG Pactual
Investimento: Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI).
Remuneração em 18/01: R$ 0,77
Quem recomenda: Souza Barros

O BTG Pactual Fundo de CRI investe em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) sênior emitidos pela Brazilian Securities com pagamento de juros, correção monetária e amortização mensais, dos quais 2,29% vencem em menos de 10 anos, 21,23% com vencimento entre 10 e 20 anos e 76,48% com vencimento superior à 20 anos. CRIs são investimentos de renda fixa com lastro em imóveis. A meta do fundo é alcançar rentabilidade anual de 105% do CDI. Sua rentabilidade atual é de 0,61% ao mês. “O fundo tem tido ótimo desempenho e tem gestão ativa, além de ser diversificado”, diz Ricardo Pinto Nogueira, diretor de operações da Souza Barros.
CSHG Brasil Shopping (HGBS11)

Administrador: Credit Suisse Hedging Griffo
Investimento: Participação direta ou indireta (por meio de Certificados de Recebíveis Imobiliários – CRI ou cotas de outros fundos imobiliários) em shopping centers por todo o Brasil, como Mooca Plaza (SP), Via Parque (RJ) e Parque Dom Pedro (SP).
Remuneração em 18/01: R$ 13,50 por cota
Quem recomenda: Omar Camargo e Inva Capital

Omar Camargo:
O investimento em shopping centers proporciona proteção do capital contra a inflação, uma vez que os rendimentos dos fundos desse segmento tem uma parte variável em função das receitas dos shoppings, atreladas à inflação. O preferido da Omar Camargo é o CSHG Brasil Shopping, diversificado por investir em diversos shoppings simultaneamente, seja por meio de participação direta, seja pela compra de cotas de outros fundos de shoppings ou de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), papéis de renda fixa com lastro em imóveis.

O fundo tem gestão ativa (lucra não só com aluguel, mas também com a compra e venda de imóveis) e está realizando sua sexta emissão de cotas, a qual os atuais cotistas já tiveram a chance de acompanhar. O fundo aproveitará o dinheiro da nova emissão para mais investimentos, o que aumentará seu patrimônio e sua rentabilidade. Atualmente, sua rentabilidade mensal está em 0,61% ao mês.

Inva Capital:
Para a Inva Capital, a CSHG entende bem de investimentos em fundos imobiliários, e a condução do Brasil Shopping tem sido feita de maneira bastante adequada. A diversificação é outro atrativo. Todos os fundos recomendados pela Inva Capital têm potencial de valorização da cota entre 8% e 10%, na opinião da gestora.

CSHG Real Estate (HGRE11)

Administrador: Credit Suisse Hedging Griffo
Investimento: Participações em lajes corporativas, como Edifício Faria Lima (SP), Centro Empresarial de São Paulo (SP), São Paulo Head Offices (SP), entre outros.
Remuneração em 18/01: R$ 11,40
Quem recomenda: Omar Camargo

Com portfólio bastante diversificado e investimento em imóveis por todo o país, o CSHG Real Estate faz gestão ativa por meio da constante compra e venda de escritórios, além de obter renda com os aluguéis. Atualmente, a rentabilidade mensal está na casa de 0,64%. O fundo está fazendo sua sétima emissão de cotas a fim de comprar mais ativos e aumentar seu patrimônio e, consequentemente sua rentabilidade. Para a Omar Camargo, o potencial de valorização da cota é pequeno.

Hotel Maxinvest (HTMX11B)

Administrador: BTG Pactual
Investimento: flats localizados em empreendimentos como os das redes Tryp e Quality, localizados na cidade de São Paulo.
Remuneração em 18/01: R$ 5,14
Quem recomenda: Souza Barros

O fundo especializado no investimento em flats foi um dos mais rentáveis de 2012. Com gestão ativa, o Hotel Maxinvest tem pago um rendimento acima do normal porque está em período de desinvestimento, vendendo, com lucro, uma série de imóveis de sua carteira. De acordo com o último informativo mensal do fundo, o desinvestimento, iniciado em agosto de 2011, já estava previsto originalmente e está sendo feito de maneira lenta e gradual, inclusive com devolução do capital aplicado inicialmente (amortização de cotas). A rentabilidade atual está em 1,42% ao mês.

Mais Shopping Largo 13 (MSHP11)

Administrador: Bradesco
Investimento: cerca de 50% do Mais Shopping Largo 13, localizado na cidade de São Paulo
Remuneração em 18/01: R$ 4,43
Quem recomenda: Inva Capital

O Mais Shopping Largo 13 é um shopping popular, em que as lojas são pequenas e o aluguel é fixo, sem variar de acordo com as vendas do lojista. Localiza-se numa região de trânsito intenso de pessoas, mas apesar disso, foi um fundo mau sucedido no início. O valor de sua cota, que estreou a 1.000 reais, chegou a cair para 500 reais. Para a Inva Capital, a cota que atualmente vale 630 reais tem potencial para chegar a cerca de 700 reais, como consequência do aumento dos rendimentos.

Segundo o consultor e analista Raphael Cordeiro, a vacância vem diminuindo e a rentabilidade deve se consolidar em um bom valor. Atualmente, a rentabilidade do fundo é de 0,73%. Mas há o risco de investimento em um único imóvel. Além disso, o peso deste fundo na carteira da Inva é pequeno: de cinco fundos, ele representa apenas 7% da carteira.

RB Capital Renda II (RBRD11)

Administrador: Votorantim Asset Management
Investimento: duas megalojas, sendo uma em Natal e outra no Rio de Janeiro, um imóvel corporativo em São Gonçalo (RJ) e um galpão logístico em Uberlândia (MG).
Rendimento em 18/01: R$ 0,37
Quem recomenda: Inva Capital

A Inva Capital considera o RB Capital Renda II mais ortodoxo e conservador que os fundos mais novos. Seu rendimento mensal fica na casa dos 0,50%, baixo porque os desconsidera que um dos imóveis, o de São Gonçalo, rende aluguéis apenas uma vez por ano. Isso é bom porque os investidores desavisados vendem suas cotas, deixando-as ainda mais baratas. “Mês a mês parece pouco, mas quem espera ganha uma bolada de uma vez só quando esse locatário paga o aluguel”, diz Raphael Cordeiro, consultor e analista de investimentos da Inva Capital.

Apesar de a gestora considerar que o potencial de alta não é muito grande, o risco do fundo é baixo. Além disso, como os imóveis são antigos, pode haver um potencial oculto de valorização, caso os aluguéis estejam defasados. Os locatários são as Lojas Leader, a distribuidora de energia Ampla (São Gonçalo) e a Ambev (Uberlândia).

Santander Agências (SAAG11)

Administrador: Rio Bravo
Investimento: agências do Banco Santander localizadas em vários estados do Brasil.
Remuneração em 18/01: não houve
Quem recomenda: Empiricus

A casa de análise Empiricus considera os fundos de agências bancárias, como o Santander Agências, que estreou em janeiro de 2013, como boas opções conservadoras e de longo prazo para os investidores pessoa física. A primeira remuneração do fundo ainda não ocorreu, mas sua expectativa de rentabilidade atualmente é de cerca de 7,6% por ano, ou algo como 0,61% ao mês. Leia mais sobre se vale a pena investir no fundo de agências do Santander.

TRX Realty Logística I (TRXL11)

Administrador: Oliveira Trust
Investimento: em galpões logísticos em diversas regiões do país, como o Centro de Distribuição locado para o Magazine Luiza em Navegantes (SC).
Remuneração em 18/01: R$ 0,75
Quem recomenda: Inva Capital

A Inva Capital acha o fundo bem diversificado, mas considera uma desvantagem o fato de ter sido aprovada, recentemente, uma quarta emissão de cotas. Embora novas emissões de cotas tenham o potencial de aumentar o patrimônio do fundo e, posteriormente, sua rentabilidade, elas podem também pressionar o preço da cota, lembra a Inva Capital. Para a gestora, porém, há um bom potencial de valorização para o fundo. A rentabilidade mensal atual é de 0,62%.
VBI Faria Lima 4440 (FVBI11B)

Administrador: BTG Pactual
Investimento: proprietário de 50% do Edifício Faria Lima 4.440, localizado na cidade de São Paulo.
Remuneração em 18/01: R$ 0,75 (renda mínima garantida)
Quem recomenda: Omar Camargo

O Edifício Faria Lima é um empreendimento de alto padrão (triple A) localizado em um dos principais centros financeiros da capital paulista e locado para bancos como o UBS, o Bic Banco e o Barclays. Há boa diversidade de locatários, mas há o risco de o investimento ser feito em um único imóvel, o que não deve ser ignorado.

Outro fator de risco é o fato de que o fundo ainda está em período de renda mínima garantida, pagando 75 centavos por cota ou 0,68% de rentabilidade atualmente. Isso significa que, findo o prazo, não há qualquer garantia de que o valor pago mensalmente não reduzirá. Mas para Nastássia Romanó, responsável pela análise de fundos imobiliários da Omar Camargo, isso não será um problema ao menos ao longo deste ano, uma vez que o período de renda mínima garantida termina apenas em 31 de julho de 2014. Para ela, o valor das cotas deste fundo vai subir lentamente.

Votorantim JHSF Cidade Jardim Continental Tower (BBVJ11)

Administrador: Votorantim Asset Management
Investimento: 25 unidades autônomas do Edifício Torre Continental, localizado no Cidade Jardim Corporate Center, na cidade de São Paulo.
Remuneração em 18/01: R$ 0,87 (renda mínima garantida)
Quem recomenda: Souza Barros e Inva Capital

Souza Barros:
O fundo Cidade Jardim detém participação de cerca de metade do Edifício Continental Tower, localizado próximo ao Shopping Cidade Jardim, na capital paulista. Para a Souza Barros, o edifício corporativo oferece boa renda de aluguel com boa diversificação. O risco, porém, é que o fundo ainda está na fase de aluguel garantido (ou renda mínima garantida), de 0,80% para quem investiu no empreendimento desde o início (ou 0,73% para quem entrar hoje). Ou seja, não há garantias de que, findo esse período, a rentabilidade não terá uma queda. O período de aluguel garantido, porém, começou em 31 de julho de 2012, quando foi expedido o “Habite-se” do edifício, e deve durar até o fim de janeiro de 2014. Também há o risco de ser um único imóvel.

Inva Capital:
A Inva Capital acredita que o fundo esteja tendo dificuldade para alugar suas unidades, uma vez que a vacância de escritórios em São Paulo aumentou. Ainda assim, a gestora crê em potencial de valorização da cota, uma vez que o empreendimento foi adquirido por um preço considerado baixo (12.000 reais o metro quadrado). “Mesmo se a locação for por um preço ruim, como 110 reais o metro quadrado, há espaço para valorização”, diz Raphael Cordeiro, consultor e analista de investimentos da Inva Capital.

Fonte: Fonte: Exame